Celso Coppio | Galeria e Escola de Arte

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Galeria e Escola de Arte destaca-se no cenário artístico e cultural.  Ao dispor de uma refinada gama de obras e objetos de arte, dos clássicos aos contemporâneos, é uma referência para colecionadores e profissionais das artes. O fato é que a família de Celso Coppio (São Paulo, 6 de dezembro de 1952), tem enorme influência em […]

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Celso Coppio | Galeria e Escola de Arte

Galeria e Escola de Arte destaca-se no cenário artístico e cultural. 
Ao dispor de uma refinada gama de obras e objetos de arte, dos clássicos aos contemporâneos, é uma referência para colecionadores e profissionais das artes. O fato é que a família de Celso Coppio (São Paulo, 6 de dezembro de 1952), tem enorme influência em seu gosto pela arte. Além de sua tia, que o introduziu à escultura em sua pré-adolescência, seus pais foram seus grandes entusiastas. Sua mãe, Gláucia, era professora e educadora, pintava como autodidata e tinha um enorme talento e criatividade – porém não desenvolvidos devido à tristeza que sucedeu o falecimento prematuro de uma filha. Gláucia criou o primeiro método da “Arte de contar histórias” no Brasil e foi catedrática e mestra neste assunto, inclusive dando cursos às próprias professoras. Escrevia as histórias, as dramatizava e musicava, com composições de sua autoria. Inclusive era ela própria quem montava e fabricava seus bonecos, personagens de sonho para o universo das crianças. Um grande e inspirador exemplo para seu filho. Sempre muito ativo em suas viagens, Celso Coppio em 1973 decidiu conhecer Curitiba. Ouvia sempre falar da cidade e de suas características europeias, passou alguns dias na cidade e se encantou. Celso já pensava em cortar vínculo com sua cidade natal pela experiência de viver sozinho em um lugar até então desconhecido. Voltou a São Paulo, mas não duraria muito mais sua sede lá: em 1978 voltou a Curitiba, com a ambição de tentar organizar uma exposição. Conseguiu realizar a exposição, vendendo todos os quadros na época. Celso chegou a voltar para São Paulo, mas apenas por dois meses, tempo suficiente para arquitetar sua vinda para Curitiba, no dia 2 de janeiro de 1980. Era para ser uma estadia de seis meses, mas dura até hoje. Reconhecidamente Cidadão Honorário de Curitiba desde 2005, por iniciativa do então vereador Luiz Felipe Braga Cortes.

Celso viajou o mundo todo, mas sem abandonar mais a residência oficial na capital do Paraná. Foi em Curitiba que ele montou sua primeira galeria, na Rua Coronel Dulcídio, em 1996, e sua galeria atual, na Avenida Cândido Hartmann, 111 aberta desde 1998. “Eu nasci pintando”, é como Celso Coppio se define.  Chegando em Curitiba como pintor de paisagens, não conseguia sair de casa por causa das baixas temperaturas que, como lembra, congelavam até mesmo seu chá. Foi nessa época e por obra do acaso que se voltou mais para a pintura da natureza morta. Podia montar cenas em sua própria casa e pintar, tirando apenas uma das mãos de baixo dos cobertores. O trabalho realizado por Celso Coppio mereceu uma bela comparação por parte de Romano Galeffi, filósofo e crítico de arte italiano, fundador da cadeira de crítico de arte na Universidade Federal da Bahia. Embora o artista seja conhecido como o mestre da natureza morta, título que lhe foi outorgado pela sociedade curitibana, Celso Coppio sempre criou sob os mais variados temas, como Nús Artísticos, Paisagens, Figuras e Retratos. Durante sua carreira, emoldurada por diversos prêmios e inúmeras exposições, Celso Coppio sempre transitou com desenvoltura no exterior. Nessa trajetória de anos homenageando países visitados, destacam-se exposições retratando templos monumentais no Egito, Turquia e Marrocos, o esplendor de uma Espanha com sua arquitetura peculiar, as mais belas ilhas da Grécia e em visita à Rússia, o artista trouxe em sua bagagem as telas nas quais imprimiu todo o clima das paisagens do Leste Europeu, encantando-se com as cidades russas, como a imponente Moscou e a romântica São Petersburgo, impressionando-se com seus monumentos e seus campos carregados de luz, presentes em suas telas.

O turismo, o caráter exótico da maioria dos destinos, folclores e a cultura desses países foram um substrato importante para a produção de grande parte de seus quadros. A Índia, aliás, foi um destino importante. Daí surgiu à exposição “Namasté”, que mostra a relação do artista com a cultura indiana, onde buscou inspiração retratando cidades únicas como: Jaipur, Delhi, Agra, Udaipur e Varanasi, além de atravessar o Himalaia na busca incessante da espiritualidade e do exotismo, existentes no Tibet e no Nepal. Na busca de maior inspiração procurou na República Checa, captar a magia daquela cidade única que é Praga e, na Hungria, esmerou-se para retratar a exuberância arquitetônica de Budapest. Em 1998 foi a vez da Ásia, percorrendo e retratando países exóticos como o Japão, China, Tailândia, Indonésia, Malásia e Singapura. Aproveitando as comemorações dos 90 anos da imigração japonesa, Celso Coppio montou uma de suas mais completas exposições, num cenário de magia e encantamento.

Em 2001, o artista realizou um de seus antigos sonhos: conhecer o árido deserto do Sahara. Partindo em busca de inspiração, dirigiu-se à Tunísia, porta de entrada para o Sahara. Com toda a atmosfera captada nesta viagem, transformou este legado em outra grande exposição, trazendo para os jardins de sua galeria um pouco dos costumes e das tradições dessa civilização milenar, emoldurando com isso os 29 quadros que compuseram a mostra.

No ano de 2002 realizou outra importante exposição. Uma verdadeira peregrinação à Santiago de Compostela, Espanha, onde a cerimônia da purificação dominou toda a mostra. Em 2004, a convite do diretor do Museu de Arte Sacra de Pernambuco, Celso Coppio deslocou-se a Olinda, gerando com essa expedição a sua mostra mais espiritual, onde o Barroco fez-se presente tornando essa exposição uma das mais belas e importantes de sua carreira artística.

Celso Coppio foi convidado por Dom Sabino Palumbieri, professor Catedrático em Antropologia Filosófica da Santorum Universitás Salesiana de Roma, Itália, para interpretar as 14 estações da Via Lucis, na época, foi o primeiro artista a nível mundial a receber tal convite.

Não é à toa que seu acervo se encontra espalhado por todo o Brasil e em vários países do mundo.  Hoje, depois de mais de quarenta anos de atividades profissionais, continua ministrando aulas em sua escola e galeria, onde mantém exposição permanente de suas obras. Celso Coppio orgulha-se, através de suas aulas, de ter formado alunos que hoje figuram com destaque no mercado artístico curitibano e internacional. Celso diz: “O nosso objetivo é proporcionar conhecimentos e experiências de trabalhar as necessidades e os processos criativos de cada aluno, desenvolvendo e criando, através das cores, imagens que necessitam de espaços e luz. O aluno vai conhecer os contrastes e o significado das cores, resultado das misturas, dimensões de tons, análises das cores da natureza e cores induzidas, criadas individualmente. O curso permite também explorar e aperfeiçoar a criatividade e as habilidades no processo de aprendizagem. O Curso Livre de Pintura é profissionalizante, no qual a prática do desenho vai sendo apresentada juntamente com o manuseio dos pincéis, fazendo com que a aula não fique monótona e o aluno atinja o seu objetivo de forma clara, sem cansaço intelectual.

O artista plástico Celso Coppio possui obras em coleções particulares espalhadas por quase todos os estados brasileiros e, no exterior, nas cidades de Milão, Roma, Bergamo, Belluno, Florença, Bruscoli, Gênova, Pavia, Paris, Madrid, Barcelona, Nova Iorque, Orlando, Seattle, San Juan de Puerto Rico, Zurich, Salsburg e Viena.

CELSO COPPIO GALERIA E ESCOLA DE ARTE

Av. Cândido Hartmann, 111
Bigorrilho
Curitiba – Pr
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