Arquitetura & Decoração

escritórios

Prefeitos avaliam tecnologia de construção de escolas em módulos habitacionais

O evento reunirá representantes de centenas de municípios brasileiros a fim de discutir ações e parcerias público-privadas para as cidades. Cerca de 700 municípios já estão confirmados no encontro no interior paulista. O Conexidades terá a presença do governador de São Paulo, João Doria, e do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, entre outros

A construção de escolas em módulos habitacionais já foi efetivada com sucesso em dezenas de cidades de Rondônia. Os módulos também são utilizados na Escola Americana, em Belo Horizonte (MG), na Escola Britânica St. John, em Cotia (SP), e em Paraopeba (MG). As salas de aula podem ser montadas em dois ou três módulos acoplados, em um prazo máximo de dois dias.

De acordo com o diretor de Operações da Lafaete, Edison Tateishi, entre as principais vantagens da construção modular, estão a rapidez, a praticidade no transporte e na montagem, o conforto e a durabilidade da edificação. Além disso, trata-se de uma solução altamente sustentável, princípio que dialoga com um dos principais temas do congresso. “A vantagem principal dos módulos é a facilidade com que a empresa consegue instalá-los. Às vezes, é em lugar muito remoto, de difícil acesso para a chegada de material e a montagem de uma estrutura de obra em alvenaria é demorada. Em função das estruturas serem desmontáveis, a logística de transporte é mais prática. É também uma construção que praticamente não utiliza água: ecológica”, argumenta.

Além das soluções para a educação, serão oferecidos projetos que envolvam os demais tópicos de relevância na administração pública, como tecnologia, inovação, turismo e mobilidade urbana. “Sabemos que, nos órgãos públicos, é grande a necessidade de construções bastante específicas. Queremos mostrar a versatilidade dos nossos produtos e que podemos atender a diversas demandas dos municípios”, afirma Tateishi.

Ele explica que a Lafaete, criada em 1970 em Belo Horizonte (MG), atua nos segmentos de locação, fabricação e venda de equipamentos para construção civil, infraestrutura, mineração, alimentação, agricultura, indústrias em geral e eventos. Com sede em Belo Horizonte (MG) e dez filiais em sete Estados, a empresa tem cerca de 600 funcionários e possui fábrica com certificação ISO 9001.

Website: http://www.lafaete.com.br

http://noticias.dino.com.br/noticia

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Negócios de pequeno, médio e grande porte foram premiados pelo Sebrae e CNI pelo compromisso com a inovação e o desenvolvimento tecnológico

Cliente do Programa Agentes Locais de Inovação (ALI), do Sebrae/PR, a Boulle Móveis de Fundamento, de Curitiba, venceu em duas categorias do Prêmio Nacional de Inovação, representando o Paraná na modalidade pequenos negócios. Ao todo, foram reconhecidas 15 empresas de pequeno, médio e grande porte, de sete estados brasileiros, por investirem em processos e produtos inovadores. A premiação ocorreu durante o 8º Congresso Nacional de Inovação da Indústria, promovido pelo Sebrae e Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo, nesta segunda-feira (10).

O diretor de Operações do Sebrae/PR, Julio Cezar Agostini lembra que, pela primeira vez na história, o Paraná foi finalista nas três categorias do Prêmio. “É um resultado expressivo para o estado ser finalista e vencer nas categorias. No caso específico da Boulle, uma pequena empresa e nossa cliente, é formidável poder divulgar a conquista, pois incentiva outros empreendedores a buscarem apoio para se fortalecer no mercado por meio da inovação”, aponta.

A Boulle desenvolve móveis exclusivos e funcionais de madeira maciça há 20 anos. A categoria de Inovação de Produto foi conquistada graças à fabricação de peças com matéria-prima sustentável e ecologicamente correta, a exemplo de árvores caídas ou submersas. A Lareira LUG, primeiro produto da empresa a ser fabricado em série, foi a principal inovação. A peça portátil é fabricada com bloco maciço de madeira certificada e inox e aquece 20m² por duas horas, utilizando álcool líquido.

Também vencedora na categoria Destaque Saúde e Segurança no Trabalho, a empresa que tem 30 colaboradores, nunca registrou afastamentos por acidente ou doenças de trabalho. A mesma realiza treinamentos, campanhas de conscientização e padronização de processos em nome da segurança, saúde e ergonomia. A preocupação se estende aos parceiros e fornecedores.

Segundo o diretor e designer da Boulle, Rodolpho Gutierrez, receber a premiação é um reconhecimento à profissionalização da empresa, que é familiar. “Ganhar um prêmio em nível nacional concorrendo com empresas sérias e organizadas é muito significativo. O mérito é de todos os colaboradores, de todos que acreditaram, porque o nosso trabalho envolve muitas mãos”, avalia.

Ele acrescenta no processo de inovação que vive a empresa, o programa ALI tem papel fundamental, tendo contribuído para a abertura de novos mercados. Os produtos Boulle hoje são comercializados nos mercados interno e externo, com representantes nos Estados Unidos, Canadá e Europa.

O Prêmio Nacional de Inovação é dividido em três modalidades, definidas por porte das empresas. O Paraná teve representantes em todas elas: além da Boulle, em pequenos negócios, a Angelus Indústria de Produtos Odontológicos, de Londrina, venceu entre as médias empresas e a Aker Solutions do Brasil, de São José dos Pinhais, entre as grandes.

Fonte: http://www.pr.agenciasebrae.com.br

O Blog da DirectLight conversou nesta semana com uma das mais experientes e reconhecidas lighting designers do sul do País. Cristina Maluf, do escritório Cristina Maluf Arquitetura de Iluminação, de Porto Alegre (RS), atua há quase 30 anos no mercado e foi uma das fundadoras da AsBAI (Associação Brasileira de Arquitetos de Iluminação).

Cristina contou mais detalhes sobre a trajetória, analisou a evolução do mercado de iluminação e também deu dicas para os jovens profissionais da área. Boa leitura!

1 – Quando e como surgiu o escritório Cristina Maluf Arquitetura de Iluminação?

O nosso escritório Cristina Maluf Arquitetura de Iluminação foi fundado em 1992, quando, em desenvolvimento de alguns projetos, senti a importância da luz e seus efeitos luminosos e comecei a pesquisar como poderia valorizar os meus projetos através da luz.

Naquela época ainda não havia as lâmpadas halógenas, a não ser as que eram utilizadas na iluminação dos automóveis e nos primeiros projetos de iluminação. Para termos uma boa reprodução de cores nos ambientes comerciais, era preciso colocar uma composição de lâmpadas fluorescentes, que na época só havia com baixo índice de reprodução de cor com lâmpadas incandescentes do tipo Mini Spot. Desta forma, tanto para lojas quanto para alguns escritórios, fazíamos esta composição com mais incandescentes ou mais fluorescentes conforme as características dos projetos.

2 – Qual é o perfil do público atendido pelo escritório?

Os projetos que desenvolvemos são para grandes empresas, lojas, escolas e universidades, teatros, hotéis e resorts, parques e algumas residências. O perfil do público que atendemos é, em geral, empresários e arquitetos.

 

3 – O mercado do Rio Grande do Sul tem algumas particularidades em relação aos clientes de outros estados?

Sim, o mercado aqui é um pouco difícil e tudo acontece muito mais devagar que em outros estados como São Paulo e Rio de Janeiro.

4 – Ao longo dos anos, quais foram as principais mudanças que você observou no mercado de iluminação?

Conforme eu comentei, iniciamos os projetos de iluminação quando ainda nem existiam as lâmpadas halógenas e, para termos boa reprodução de cores em um ambiente onde precisássemos colocar lâmpadas fluorescentes como lojas e escritórios, era necessário colocar algumas luminárias com lâmpadas incandescentes para podermos resolver esta reprodução de cores.

Posteriormente, surgiram as lâmpadas halógenas nos seus diversos formatos, como dicroicas MR 16 e MR11, AR 111, AR 70, Par 20, Par 30 e par 38, o que revolucionou a iluminação e possibilitou efeitos incríveis. Paralelamente a esta produção das halógenas, surgiram as fluorescentes com boa reprodução de cores, IRC 80% e também as lâmpadas de vapor metálico com bulbo cerâmico, com fluxo bem maior do que as halógenas e algumas ainda com menor potência.

Assim os projetos comerciais de lojas puderam ser incrementados e os produtos expostos muito mais valorizados, considerando lâmpadas de menor potência como a CDM-R de 35W em relação às halógenas de 50W e as fluorescentes de 28W ou 25W em relação às fluorescentes de 40W, gerando uma considerável economia de energia, além de efeitos luminosos mais adequados.

Estas foram as principais mudanças até o início da produção dos equipamentos em LED. Hoje são produzidos muitos equipamentos em LED, alguns com origem de fabricante conhecidos e confiáveis e outros não tão confiáveis, todos dependendo da binagem dos LEDs. Desta forma, os projetos de iluminação ficaram mais complexos e é preciso testar bem os equipamentos que serão especificados no projeto para ver se os efeitos luminosos desejados serão obtidos em termos de aparência do espaço, intensidade luminosa, abertura de facho, temperatura de cor e controle antiofuscamento.

 

5 – Os projetos de iluminação estão cada vez mais integrados à arquitetura e vice-versa?

Sim, pois a luz pode valorizar os planos e formas do projeto de arquitetura, assim como pode modificá-los, tudo depende de como está projetada a iluminação, seja do ambiente interno como dos planos externos de fachada ou áreas de paisagismo.

Da mesma forma, os equipamentos devem estar integrados à arquitetura pois o que devem aparecer e serem valorizados são os ambientes e planos, e não os equipamentos. Estes devem estar inseridos no detalhamento da arquitetura. O que deve aparecer são os planos iluminados e não os equipamentos.

Este é o motivo porque criamos a AsBAI (Associação Brasileira dos Arquitetos de iluminação), porque entendemos que o profissional formado em arquitetura é o mais adequado para fazer os projetos de iluminação já que ele tem conhecimento da elaboração do espaço e planos que definem a forma arquitetônica. Mas, para projetar a iluminação, este profissional também deve ter estudo e conhecimento da luz como ciência, física e arte, matérias onde o estudo da luz é fundamental.

6 – Quais são as principais tendências que você observa nos projetos de iluminação?

Como o LED é uma fonte de luz eletrônica e minúscula, os equipamentos de iluminação tem se tornado muito pequenos e fornecem ao espaço uma aparência minimalista e possibilitam que a distribuição seja linear, sendo possível projetar linhas de luz que podem ser instaladas no forro, descer pelas paredes em menor intensidade para não causar ofuscamento e, inclusive, possam orientar acessos, se instalados piso, em áreas externas.

Esta iluminação linear também está sendo bastante utilizada para valorizar as formas das fachadas, principalmente as com painéis de vidro, onde não é possível haver projeção de luz. Os projetores de maior potência também já existem em forma linear e colocados ao longo das fachadas, em elementos integrados à arquitetura, torna possível iluminar os planos das fachadas sem criar “manchas de luz” como acontecia anteriormente, caso os projetores não fossem colocados com afastamento suficiente para não gerar estas manchas que causavam a deformação das fachadas.

Além dessas tendências, estudos aprofundados da luz revelam a sua importância na área da saúde, não só em relação à quantidade de luz natural e artificial que o ser humano necessita para regular o ciclo circadiano, mas também como a sua temperatura de cor que pode interferir na produção do hormônio melatonina que regula este ciclo de 24 horas.

 

7 – Qual o conselho que você daria a um jovem arquiteto que queira se especializar na área de iluminação?

Meu conselho é que procure cursos de formação em iluminação, tanto no Brasil quanto, se possível, no exterior e que procure aprofundar-se no assunto, pois a iluminação é um assunto muito mais complexo do que apenas a distribuição de pontos de luz em um ambiente para iluminá-lo.

Fonte: https://directlight.com.br

Em Curitiba é possível encontrar locais que arrecadam roupas, calçados e até acessórios

Com a queda das temperaturas e o inverno se aproximando, chega também uma boa oportunidade para ajudar quem precisa. Inúmeros estabelecimentos e grupos se mobilizam para ajudar famílias em situação de vulnerabilidade.

Além de diversas ações pela cidade, o Palladium Shopping Center em Curitiba arrecada, durante todo o ano, itens na ação “Cabide Solidário”. Mais que roupas, o local também recebe acessórios, calçados, bolsas, maquiagem, cobertores e até bijuterias. Os produtos recebidos devem estar em bom estado e limpos. Atualmente, 30% das roupas e calçados arrecadados pelo Disque Solidariedade, um dos responsáveis pelo recebimento de doações da cidade, são descartados por falta de condições de uso.

No Palladium Shopping Center as doações são recebidas no piso L3, em um espaço especial, que imita um guarda-roupas. “O Cabide Solidário já faz parte da história do shopping e em quatro anos já arrecadamos milhares de itens, que são doados para diversos projetos sociais. Essa ação é realizada o ano inteiro nos corredores do Palladium, para ajudar quem precisa durante todas as estações”, conta a gerente de marketing do empreendimento, Cida Oliveira.

As contribuições feitas até final de junho serão entregues para pessoas atendidas pela Cruz Vermelha – sociedade que oferece assistência humanitária às pessoas afetadas por desastres naturais, conflitos e violência armada do mundo todo.

 

Serviço

Cabide Solidário
Local: piso L3 do Palladium Shopping Center, próximo à loja Cor de Rosa
Endereço: Av. Presidente Kennedy, nº 4121, Portão – Curitiba/PR

 

Sobre o Palladium Shopping Center

Um dos empreendimentos do Grupo Tacla Shopping, o Palladium Curitiba foi inaugurado em 2008 na capital paranaense. Destaca-se pela área construída de 154 mil m² distribuídos em três pisos, sendo o centro de compras com maior mix do sul do país. O shopping possui 350 lojas, entre âncoras e satélites, praça de alimentação com mais de 30 opções de fast-food, Boulevard com 10 restaurantes, além de oito salas multiplex de cinema UCI e sala IMAX – que também faz parte do Grupo Tacla e possui a maior tela do Brasil. Sua estrutura foi planejada para garantir o conforto dos mais de 1,5 milhão de clientes que passam pelo empreendimento todo mês. Mais informações em: https://palladiumcuritiba.com.br

Grupo Tacla Shopping

Conglomerado com mais de 70 anos de tradição, experiência no varejo e referência no setor em todo país, o Grupo Tacla possui sete empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, sendo eles: Catuaí Palladium Foz do Iguaçu (PR), Jockey Plaza Curitiba (PR), Palladium Curitiba (PR), Palladium Ponta Grossa (PR), Ventura Shopping Curitiba (PR), Itajaí Shopping (SC), Porto Belo Outlet Premium (SC) e Shopping Cidade Sorocaba (SP). Outras duas operações estão em fase de construção no Paraná: City Center Outlet, em Campo Largo e Palladium Umuarama. Mais informações em: http://www.taclashopping.com.br

Scroll Up