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Light Design para melhorar a ambientação de Restaurantes

Nesse texto, Flora Barros dá dicas de como usar o Light Design a favor do seu restaurante, tanto para satisfazer os clientes, quanto para melhorar o desempenho dos funcionários. Boa leitura!

Não é só fazer a instalação elétrica, colocar o bocal no teto, encaixar a lâmpada e voilà: habemus luz. Não é tão fácil como parece. Existe todo um estudo do ambiente para saber onde cada luz vai ficar. Em um restaurante isso é indispensável, pois ninguém vai querer, em um ambiente todo iluminado, ficar na parte mais escura. A não ser que seja um jantar à luz de velas. Mas esse não é o propósito desse texto. A arquiteta Flora Barros explica o que é necessário.

“Se você procura algo mais intimista, como aqueles restaurantes em que cada mesa tem um pendente e é iluminada separadamente, não pode ser uma luz que esquente. Nesse caso deve ser usado o LED. Mas tudo depende da atmosfera. Em um bistrô, por exemplo, onde tem uma atmosfera mais calma, as temperaturas de cor devem ser mais quentes, mais relaxantes. Isso proporciona à pessoa ficar mais tempo no local, fica mais à vontade”.

A arquiteta também explica que em restaurantes é importante que hajam lâmpadas com grande índice de reprodução de cor (IRC). O IRC é o índice que mede o quanto fielmente a luz emitida pela lâmpada reproduz a cor do objeto que o observador está olhando. Segundo ela, jamais devemos usar lâmpadas com o vidro colorido. No caso de uma lâmpada amarela, devemos usar o “branco-quente” – ou seja, o vidro deve ser transparente, enquanto o filamento dentro da lâmpada pode ser um “branco-amarelo”.

“O vidro pintado distorce a cor da comida. É aquela coisa: você mistura uma tinta azul com uma vermelho. O resultado vai ser roxo, certo?! Você acha legal comer uma carne roxa? Não dá. A luz deve ser fiel às cores originais do ambiente”.

Foto do La Clave Bistrô, onde a iluminação é amarelada, tornando o ambiente mais aconchegante.

No caso de ambientes mais “rápidos”, em que as pessoas simplesmente comem e saem, os conhecidos fast food, Flora diz que “as cores devem nos deixar alerta. Dá pra usar uma temperatura de cor de 4.500 pra cima – de neutro para frio. É um Fast Food, ou seja, as pessoas comem e logo vão embora. Não é um lugar em que a pessoa quer ficar relaxando”.

E em relação à cozinha do restaurante?

“Na cozinha de uma casa você precisa de uma iluminação geral e uma de tarefa. No caso do restaurante, os funcionários não podem ficar acendendo e apagando a luz (de tarefa), pois é usada por muito tempo. Também é necessário alinhar a luminária com o balcão, usando uma luz forte (neutra e com alto índice de reprodução de cor, 97 no mínimo), pois enquanto a pessoa está cortando algo, a sombra desta pessoa não pode ficar sobre a sua tarefa, já que dificultaria seu trabalho”.

Cozinha com estações de trabalho bem iluminadas, com iluminação sempre acesa e sem pontos de sombra.

Flora Barros atenta também para os cuidados que devem ser tomados na cozinha com relação aos acidentes. Ela diz que as luminárias precisam de índice de proteção (IP), ficando em 62 ou 63. Elas são protegidas e precisam ser blindadas contra gorduras e explosões, assim como as tomadas.

“As luminárias geralmente ficam no teto. Elas não ficam pendentes para o funcionário não bater nelas e assim ficarem balançando, além do perigo de salpicar óleo quente ou até mesmo uma chama atingi-las. A quantidade de luz pode ser calculada de acordo com uma tabela. A cozinha de um restaurante é muito distinta da cozinha de uma casa. Devemos ter todo o cuidado”, diz Flora.

Gostou dessas dicas e quer implementar no ambiente?

Para conferir os serviços oferecidos pelo escritório Flora Barros Arquitetura, realizar orçamentos ou tirar dúvidas sobre projetos de arquitetura e iluminação, acesse o site www.florabarros.arq.brou ligue para (81) 99268.7639

Flora Barros Arquitetura está localizada em Recife e especializado em Projetos de Light Design (Iluminação) e também: Projetos de Arquitetura e Urbanismo, Projetos de Construção, Processos de Regularização Fundiária e Lei do Puxadinho. Para entrar em contato com o escritório, ligue para o Fone: (81) 99268.7639, e-mail: contato@florabarros.arq.br – Website: www.florabarros.arq.br

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Website: http://www.florabarros.arq.br

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Negócios de pequeno, médio e grande porte foram premiados pelo Sebrae e CNI pelo compromisso com a inovação e o desenvolvimento tecnológico

Cliente do Programa Agentes Locais de Inovação (ALI), do Sebrae/PR, a Boulle Móveis de Fundamento, de Curitiba, venceu em duas categorias do Prêmio Nacional de Inovação, representando o Paraná na modalidade pequenos negócios. Ao todo, foram reconhecidas 15 empresas de pequeno, médio e grande porte, de sete estados brasileiros, por investirem em processos e produtos inovadores. A premiação ocorreu durante o 8º Congresso Nacional de Inovação da Indústria, promovido pelo Sebrae e Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo, nesta segunda-feira (10).

O diretor de Operações do Sebrae/PR, Julio Cezar Agostini lembra que, pela primeira vez na história, o Paraná foi finalista nas três categorias do Prêmio. “É um resultado expressivo para o estado ser finalista e vencer nas categorias. No caso específico da Boulle, uma pequena empresa e nossa cliente, é formidável poder divulgar a conquista, pois incentiva outros empreendedores a buscarem apoio para se fortalecer no mercado por meio da inovação”, aponta.

A Boulle desenvolve móveis exclusivos e funcionais de madeira maciça há 20 anos. A categoria de Inovação de Produto foi conquistada graças à fabricação de peças com matéria-prima sustentável e ecologicamente correta, a exemplo de árvores caídas ou submersas. A Lareira LUG, primeiro produto da empresa a ser fabricado em série, foi a principal inovação. A peça portátil é fabricada com bloco maciço de madeira certificada e inox e aquece 20m² por duas horas, utilizando álcool líquido.

Também vencedora na categoria Destaque Saúde e Segurança no Trabalho, a empresa que tem 30 colaboradores, nunca registrou afastamentos por acidente ou doenças de trabalho. A mesma realiza treinamentos, campanhas de conscientização e padronização de processos em nome da segurança, saúde e ergonomia. A preocupação se estende aos parceiros e fornecedores.

Segundo o diretor e designer da Boulle, Rodolpho Gutierrez, receber a premiação é um reconhecimento à profissionalização da empresa, que é familiar. “Ganhar um prêmio em nível nacional concorrendo com empresas sérias e organizadas é muito significativo. O mérito é de todos os colaboradores, de todos que acreditaram, porque o nosso trabalho envolve muitas mãos”, avalia.

Ele acrescenta no processo de inovação que vive a empresa, o programa ALI tem papel fundamental, tendo contribuído para a abertura de novos mercados. Os produtos Boulle hoje são comercializados nos mercados interno e externo, com representantes nos Estados Unidos, Canadá e Europa.

O Prêmio Nacional de Inovação é dividido em três modalidades, definidas por porte das empresas. O Paraná teve representantes em todas elas: além da Boulle, em pequenos negócios, a Angelus Indústria de Produtos Odontológicos, de Londrina, venceu entre as médias empresas e a Aker Solutions do Brasil, de São José dos Pinhais, entre as grandes.

Fonte: http://www.pr.agenciasebrae.com.br

O Blog da DirectLight conversou nesta semana com uma das mais experientes e reconhecidas lighting designers do sul do País. Cristina Maluf, do escritório Cristina Maluf Arquitetura de Iluminação, de Porto Alegre (RS), atua há quase 30 anos no mercado e foi uma das fundadoras da AsBAI (Associação Brasileira de Arquitetos de Iluminação).

Cristina contou mais detalhes sobre a trajetória, analisou a evolução do mercado de iluminação e também deu dicas para os jovens profissionais da área. Boa leitura!

1 – Quando e como surgiu o escritório Cristina Maluf Arquitetura de Iluminação?

O nosso escritório Cristina Maluf Arquitetura de Iluminação foi fundado em 1992, quando, em desenvolvimento de alguns projetos, senti a importância da luz e seus efeitos luminosos e comecei a pesquisar como poderia valorizar os meus projetos através da luz.

Naquela época ainda não havia as lâmpadas halógenas, a não ser as que eram utilizadas na iluminação dos automóveis e nos primeiros projetos de iluminação. Para termos uma boa reprodução de cores nos ambientes comerciais, era preciso colocar uma composição de lâmpadas fluorescentes, que na época só havia com baixo índice de reprodução de cor com lâmpadas incandescentes do tipo Mini Spot. Desta forma, tanto para lojas quanto para alguns escritórios, fazíamos esta composição com mais incandescentes ou mais fluorescentes conforme as características dos projetos.

2 – Qual é o perfil do público atendido pelo escritório?

Os projetos que desenvolvemos são para grandes empresas, lojas, escolas e universidades, teatros, hotéis e resorts, parques e algumas residências. O perfil do público que atendemos é, em geral, empresários e arquitetos.

 

3 – O mercado do Rio Grande do Sul tem algumas particularidades em relação aos clientes de outros estados?

Sim, o mercado aqui é um pouco difícil e tudo acontece muito mais devagar que em outros estados como São Paulo e Rio de Janeiro.

4 – Ao longo dos anos, quais foram as principais mudanças que você observou no mercado de iluminação?

Conforme eu comentei, iniciamos os projetos de iluminação quando ainda nem existiam as lâmpadas halógenas e, para termos boa reprodução de cores em um ambiente onde precisássemos colocar lâmpadas fluorescentes como lojas e escritórios, era necessário colocar algumas luminárias com lâmpadas incandescentes para podermos resolver esta reprodução de cores.

Posteriormente, surgiram as lâmpadas halógenas nos seus diversos formatos, como dicroicas MR 16 e MR11, AR 111, AR 70, Par 20, Par 30 e par 38, o que revolucionou a iluminação e possibilitou efeitos incríveis. Paralelamente a esta produção das halógenas, surgiram as fluorescentes com boa reprodução de cores, IRC 80% e também as lâmpadas de vapor metálico com bulbo cerâmico, com fluxo bem maior do que as halógenas e algumas ainda com menor potência.

Assim os projetos comerciais de lojas puderam ser incrementados e os produtos expostos muito mais valorizados, considerando lâmpadas de menor potência como a CDM-R de 35W em relação às halógenas de 50W e as fluorescentes de 28W ou 25W em relação às fluorescentes de 40W, gerando uma considerável economia de energia, além de efeitos luminosos mais adequados.

Estas foram as principais mudanças até o início da produção dos equipamentos em LED. Hoje são produzidos muitos equipamentos em LED, alguns com origem de fabricante conhecidos e confiáveis e outros não tão confiáveis, todos dependendo da binagem dos LEDs. Desta forma, os projetos de iluminação ficaram mais complexos e é preciso testar bem os equipamentos que serão especificados no projeto para ver se os efeitos luminosos desejados serão obtidos em termos de aparência do espaço, intensidade luminosa, abertura de facho, temperatura de cor e controle antiofuscamento.

 

5 – Os projetos de iluminação estão cada vez mais integrados à arquitetura e vice-versa?

Sim, pois a luz pode valorizar os planos e formas do projeto de arquitetura, assim como pode modificá-los, tudo depende de como está projetada a iluminação, seja do ambiente interno como dos planos externos de fachada ou áreas de paisagismo.

Da mesma forma, os equipamentos devem estar integrados à arquitetura pois o que devem aparecer e serem valorizados são os ambientes e planos, e não os equipamentos. Estes devem estar inseridos no detalhamento da arquitetura. O que deve aparecer são os planos iluminados e não os equipamentos.

Este é o motivo porque criamos a AsBAI (Associação Brasileira dos Arquitetos de iluminação), porque entendemos que o profissional formado em arquitetura é o mais adequado para fazer os projetos de iluminação já que ele tem conhecimento da elaboração do espaço e planos que definem a forma arquitetônica. Mas, para projetar a iluminação, este profissional também deve ter estudo e conhecimento da luz como ciência, física e arte, matérias onde o estudo da luz é fundamental.

6 – Quais são as principais tendências que você observa nos projetos de iluminação?

Como o LED é uma fonte de luz eletrônica e minúscula, os equipamentos de iluminação tem se tornado muito pequenos e fornecem ao espaço uma aparência minimalista e possibilitam que a distribuição seja linear, sendo possível projetar linhas de luz que podem ser instaladas no forro, descer pelas paredes em menor intensidade para não causar ofuscamento e, inclusive, possam orientar acessos, se instalados piso, em áreas externas.

Esta iluminação linear também está sendo bastante utilizada para valorizar as formas das fachadas, principalmente as com painéis de vidro, onde não é possível haver projeção de luz. Os projetores de maior potência também já existem em forma linear e colocados ao longo das fachadas, em elementos integrados à arquitetura, torna possível iluminar os planos das fachadas sem criar “manchas de luz” como acontecia anteriormente, caso os projetores não fossem colocados com afastamento suficiente para não gerar estas manchas que causavam a deformação das fachadas.

Além dessas tendências, estudos aprofundados da luz revelam a sua importância na área da saúde, não só em relação à quantidade de luz natural e artificial que o ser humano necessita para regular o ciclo circadiano, mas também como a sua temperatura de cor que pode interferir na produção do hormônio melatonina que regula este ciclo de 24 horas.

 

7 – Qual o conselho que você daria a um jovem arquiteto que queira se especializar na área de iluminação?

Meu conselho é que procure cursos de formação em iluminação, tanto no Brasil quanto, se possível, no exterior e que procure aprofundar-se no assunto, pois a iluminação é um assunto muito mais complexo do que apenas a distribuição de pontos de luz em um ambiente para iluminá-lo.

Fonte: https://directlight.com.br

Em Curitiba é possível encontrar locais que arrecadam roupas, calçados e até acessórios

Com a queda das temperaturas e o inverno se aproximando, chega também uma boa oportunidade para ajudar quem precisa. Inúmeros estabelecimentos e grupos se mobilizam para ajudar famílias em situação de vulnerabilidade.

Além de diversas ações pela cidade, o Palladium Shopping Center em Curitiba arrecada, durante todo o ano, itens na ação “Cabide Solidário”. Mais que roupas, o local também recebe acessórios, calçados, bolsas, maquiagem, cobertores e até bijuterias. Os produtos recebidos devem estar em bom estado e limpos. Atualmente, 30% das roupas e calçados arrecadados pelo Disque Solidariedade, um dos responsáveis pelo recebimento de doações da cidade, são descartados por falta de condições de uso.

No Palladium Shopping Center as doações são recebidas no piso L3, em um espaço especial, que imita um guarda-roupas. “O Cabide Solidário já faz parte da história do shopping e em quatro anos já arrecadamos milhares de itens, que são doados para diversos projetos sociais. Essa ação é realizada o ano inteiro nos corredores do Palladium, para ajudar quem precisa durante todas as estações”, conta a gerente de marketing do empreendimento, Cida Oliveira.

As contribuições feitas até final de junho serão entregues para pessoas atendidas pela Cruz Vermelha – sociedade que oferece assistência humanitária às pessoas afetadas por desastres naturais, conflitos e violência armada do mundo todo.

 

Serviço

Cabide Solidário
Local: piso L3 do Palladium Shopping Center, próximo à loja Cor de Rosa
Endereço: Av. Presidente Kennedy, nº 4121, Portão – Curitiba/PR

 

Sobre o Palladium Shopping Center

Um dos empreendimentos do Grupo Tacla Shopping, o Palladium Curitiba foi inaugurado em 2008 na capital paranaense. Destaca-se pela área construída de 154 mil m² distribuídos em três pisos, sendo o centro de compras com maior mix do sul do país. O shopping possui 350 lojas, entre âncoras e satélites, praça de alimentação com mais de 30 opções de fast-food, Boulevard com 10 restaurantes, além de oito salas multiplex de cinema UCI e sala IMAX – que também faz parte do Grupo Tacla e possui a maior tela do Brasil. Sua estrutura foi planejada para garantir o conforto dos mais de 1,5 milhão de clientes que passam pelo empreendimento todo mês. Mais informações em: https://palladiumcuritiba.com.br

Grupo Tacla Shopping

Conglomerado com mais de 70 anos de tradição, experiência no varejo e referência no setor em todo país, o Grupo Tacla possui sete empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, sendo eles: Catuaí Palladium Foz do Iguaçu (PR), Jockey Plaza Curitiba (PR), Palladium Curitiba (PR), Palladium Ponta Grossa (PR), Ventura Shopping Curitiba (PR), Itajaí Shopping (SC), Porto Belo Outlet Premium (SC) e Shopping Cidade Sorocaba (SP). Outras duas operações estão em fase de construção no Paraná: City Center Outlet, em Campo Largo e Palladium Umuarama. Mais informações em: http://www.taclashopping.com.br

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