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Vacina é a maneira mais eficaz para prevenir hepatites virais

Doença é silenciosa e quando os sintomas aparecem já está em estado avançado

Iniciativa e propostas brasileiras apresentadas durante assembleia da Organização Mundial de Saúde (OMS), realizada em maio de 2010, instituiu a data de 28 de julho como o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais. A hepatite é uma infecção grave que afeta um dos órgãos mais importantes do corpo humano, o fígado. Sua transmissão se dá pela presença de vírus no sangue, no esperma e no leite materno e, por isso, é considerada sexualmente transmissível. “As hepatites virais são doenças silenciosas, a pessoa pode passar vários anos infectada sem apresentar nenhum sintoma, mas quando se manifesta, o problema já está em estágio mais avançado, o que pode levar a complicações como câncer de fígado ou a cirrose”, esclarece a médica infectologista Marta Fragoso, responsável pelo Centro de Vacinação do Hospital VITA em Curitiba.

Os sintomas, os mais comuns são mal-estar, fraqueza, febre, dor abdominal, enjoo e náuseas, vômitos, perda de apetite, urina escura (cor de café), icterícia (olhos e pele amarelados), fezes esbranquiçadas. A médica alerta que atividades comuns do dia a dia podem também ser momentos de risco quando o assunto é hepatite. Ao fazer as unhas em salões de beleza, tatuagens, piercings e acupuntura, por exemplo, é possível se contaminar com as hepatites B e C. Por isso, é importante manter algumas medidas preventivas, como usar preservativo nas relações sexuais, não compartilhar objetos de uso pessoal e a vacina.

A imunização por meio de vacinas é a forma mais adequada para prevenir doenças. “Não são todos os tipos de hepatite que têm vacina para prevenir o contágio, além disso, já existem opções de medicamentos para tratamento, mas a prevenção e a informação ainda são as melhores maneiras de afastar a doença e manter a saúde do fígado”, ressalta a infectologista.

Na maioria dos casos a infecção é causada por cinco vírus: A, B, C, D e E.  Saiba mais sobre os tipos de hepatite, sintomas, formas de contágio, tratamento e prevenção:

Hepatite viral A

Apresenta distribuição mundial, transmitida pela via fecal-oral, contato inter-humano (contato sexual por meio da prática de sexo oral e/ou anal), por água ou alimentos contaminados, com período médio de incubação (exposição até o início dos sintomas) de 30 dias.

Sua disseminação está associada ao nível socioeconômico, condições de saneamento básico e higiênico-sanitárias da população, sendo mais frequente em crianças na idade pré-escolar. O tratamento consiste no repouso do paciente, dieta livre de acordo com sua aceitação alimentar (redução de gorduras e aumento de carboidratos e doces é mito popular) com restrição de ingesta de álcool por até um ano. Quanto à prevenção, pode ser feita por meio de vacinação.

Hepatite viral B

É a mais frequente e sua transmissão é por meio de relações sexuais desprotegidas, uso de drogas injetáveis com compartilhamento de seringas, agulhas e outros equipamentos, procedimentos invasivos sem esterilização adequada ou sem uso de material descartável (cirurgias, procedimentos odontológicos, hemodiálise, tatuagens, colocação de piercings, perfurações de orelha, manicures e pedicures), transfusão de sangue e derivados, transmissão vertical (mãe para o filho), aleitamento materno e acidentes perfurocortantes em profissionais da saúde.

O período de incubação varia de um a seis meses, com média de 70 dias. Pode ocorrer sem ou com sintomas inespecíficos (febre, cansaço, dores musculares ou articulares, dor de cabeça, falta de apetite, náuseas e vômitos) por até quatro semanas até a fase de icterícia ou amarelão (que pode ser de intensidade variável com pele e mucosas amarelas, urina muito escura e fezes claras) associada a coceiras pelo corpo.

Após a fase de icterícia há a recuperação ou convalescença. Uma média de 90% a 95% dos pacientes adultos evoluem para a cura, no entanto, quando a reação inflamatória do fígado persiste por mais de seis meses, considera-se que a infecção está evoluindo para a forma crônica. Neste caso, após anos de evolução, pode surgir a cirrose do fígado – causando varizes no esôfago, sangramentos digestivos, ascite (acúmulo anormal de líquidos) e alterações hematológicas e o hepatocarcinoma.

O tratamento da fase aguda consiste no repouso, restrição de ingesta de bebidas alcoólicas e medicamentos para o controle dos sintomas. Já a fase crônica pode ser cuidada com determinados medicamentos, no entanto é mais complexa, prolongada e exige o acompanhamento de profissionais especializados. A imunização por meio de vacina ainda é a melhor atitude para evitar o contágio.

Hepatite viral C

Também é viral e destaca-se pelo seu elevado percentual de pacientes que desenvolvem a forma crônica e a inexistência de vacina para sua prevenção. O período de incubação varia de 15 a 150 dias. Pode ser transmitida de várias maneiras, sendo as mais frequentes por transfusão de sangue, uso de drogas injetáveis, hemodiálise, acupuntura, piercings, tatuagens, droga inalada, manicures e pedicures, barbearias, instrumentos cirúrgicos, de mãe para o filho na gestação, acidentes perfurocortantes nos profissionais de saúde, transplantes de órgãos e tecidos e por  contato sexual (menos frequente). Em aproximadamente 10 a 30% dos casos não é possível determinar a forma de transmissão.

Pode ser assintomática ou com icterícia e outros sinais próprios das hepatites na fase aguda. Em média somente 20% dos pacientes conseguem eliminar o vírus e os outros 80% evoluem para a forma crônica com possibilidade de cirrose e hepatocarcinoma (câncer primário do fígado).

Não há vacina disponível contra o vírus C, portanto a prevenção evitando os fatores de risco já citados é primordial, além do diagnóstico precoce para a interrupção da progressão da doença com medicamentos específicos e redução de exposição a substâncias hepatotóxicas (álcool e outras drogas).

Hepatites Delta e E

Este tipo é menos frequente. A transmissão, sinais e sintomas, controle e tratamento da hepatite Delta é semelhante ao do vírus B que necessita da presença deste para contaminar o paciente. Já a hepatite E é de transmissão fecal-oral semelhante à hepatite A também nos sintomas e sinais e, portanto, as estratégias de tratamento são as mesmas.  Não há vacinas para ambos os casos.

Dados da Organização Mundial de Saúde

          Um levantamento realizado pela OMS estima que 2 milhões de brasileiros tenham a doença. Os dados revelam que o número de mortes em decorrência das hepatites virais tem crescido. Ainda segundo o estudo, 325 milhões de pessoas no mundo têm um quadro crônico de infecção viral por hepatite B ou C, responsáveis por 96% de todas as mortes causadas pela doença, sendo que a maioria delas não sabe que é portadora da enfermidade, ou seja, não são tratadas. Quanto ao Brasil, o relatório da agência especializada em saúde estima que 2 milhões de indivíduos vivem com o vírus da hepatite B, o mais comum entre a população mundial.

 

Sobre o Hospital VITA

A primeira unidade da Rede VITA no Paraná foi inaugurada em março de 1996, no Bairro Alto, e a segunda em dezembro de 2004, no Batel. O VITA foi o primeiro hospital brasileiro a conquistar, no início de 2008, a Acreditação Internacional Canadense CCHSA (Canadian Council on Health Services Accreditation). A certificação de serviços de saúde avalia a excelência em gestão e, principalmente, a assistência segura ao paciente. Além disso, o  VITA é um dos hospitais multiplicadores do Programa Brasileiro de Segurança do Paciente (PBSP). Ele visa disseminar e criar melhorias inovadoras de qualidade e segurança do paciente. Integra também o grupo de hospitais da Associação Nacional de Hospitais Privados – ANAHP.O VITA oferece atendimento 24 horas e é referência nas áreas de cardiologia, cirurgia geral, neurologia, cirurgia bariátrica, medicina de urgência, urologia, terapia intensiva, traumato-ortopedia e pediatria. Além disso, dispõe de um completo serviço de medicina esportiva, prestando atendimento a atletas de diversas modalidades; serviço de oncologia; Centro Médico e Centro de Diagnósticos. Para garantir um alto nível de qualidade nos serviços prestados aos pacientes, o VITA tem investido em ampliação da infraestrutura, tratamentos com equipes multidisciplinares, modernização dos equipamentos, humanização no atendimento, qualificação dos profissionais e segurança assistencial. www.hospitalvita.com.br

Ficha Técnica:
Créditos das imagensRafael Danielewicz e Divulgação
Texto: Cristina Sório – Smartcom Comunicação
Arte e publicação: Raquel Lima

 

 

 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Na tarde desta segunda-feira, dia 16, a Portobello Shop Batel promoveu uma visita técnica muito descontraída, onde arquitetos e designers foram convidados para um happy hour e também para conhecer algumas das novidades da marca. Além da apresentação dos lançamentos em porcelanatos, a equipe de consultores pôde mostrar e esclarecer dúvidas sobre o item que já é sem dúvida a número um na lembrança de muitos profissionais… as belíssimas bancadas, instaladas pela própria Portobello Shop Batel, o que garante a perfeição na entrega ao cliente final.

Durante o evento houve uma sessão de fotos pelo portal Gerson Lima, onde os profissionais serão presenteados pela loja com as imagens.

Texto e fotos: Raquel Lima

 

Terceiro case de brand experience desenvolvido pela Genéricka para o Grupo, será inaugurado no próximo dia 10, no Museu Catavento.

Curitiba, outubro de 2017 – O Instituto Grupo Boticário confiou à Genéricka – agência live do Grupo G/PAC, com sede em Curitiba – a criação de uma nova proposta para um de seus mais emblemáticos espaços de arte, o Espaço Perfume Arte + História, que será inaugurado com novo conceito na próxima semana, dia 10 de outubro, sob o nome O Mundo do Perfume, viagem pelas fragrâncias.

case de brand experience (experiência de marca que agrega valor e percepção emocional) da agência curitibana envolveu desde a pesquisa do novo endereço, a escolha do local, o Museu Catavento – segundo museu mais visitado em São Paulo, destacado entre os 10 museus mais visitados da América Latina – passando pela definição do nome e da linguagem empregada, mais leve e arrojada, visando a atenção da família como um todo, com especial apelo para o público jovem.

O desafio surgiu no modelo de concorrência e, a Genéricka teve a seu favor o sucesso do projeto itinerante, Conexão Estação Natureza, que nasceu para ter vida útil de um ano e, com atualização de tecnologias, ganhou fôlego para ir além dos 38 mil quilômetros já percorridos pelo Brasil. Antes mesmo de emplacar esse mega-projeto, com engajamento ímpar, que percorreu 24 cidades brasileiras e teve mais de 9 milhões de impactos diretos, nos últimos três anos, sempre com sucesso de público e mídia espontânea, o time da Genéricka já havia deixado sua marca no museu Espaço Memórias, que o Grupo O Boticário mantém em sua sede, em Curitiba.

O desafio

Lançado em 2010, o Espaço Perfume – um museu pautado por acervos históricos, focado no público adulto, em especial pesquisadores de moda e comportamento, demandou atenção. “Fomos brifados para criar um novo projeto com a intenção de explorar o contexto social do perfume. Nessa nova fase, o objetivo era criar uma atração para o público jovem. Aproveitamos a oportunidade para pensar um projeto de Brand Experience para que o visitante pudesse ter uma verdadeira experiência de marca, de maneira imersiva, interativa e lúdica”, conta a diretora executiva da Genéricka, Maria Claudia Lima Bandeira.

A trajetória da Genéricka contemplou a adequação do projeto dentro do endereço escolhido. “Desde o início, identificamos a relação estreita do Catavento com o objetivo do cliente. No entanto, tivemos que dobrar os cuidados de produção por estarmos trabalhando dentro de um edifício tombado pelo patrimônio histórico. Fato que compensou e agregou valor ao trabalho da Genéricka, que teve formidável apoio do museu. Nossa negociação contemplou a presença do Instituto Grupo Boticário em dois ambientes: a Sala do Olfato e a Sala do Perfume”, revela.

Para o Instituto Grupo Boticário, o grande desafio do projeto era valorizar a ludicidade, trazendo um conteúdo que envolvesse os visitantes. “Ficamos muito satisfeitos com a proposta apresentada e a concretização da exposição, que transmite todo o encantamento que permeia os nossos espaços culturais”, afirma a coordenadora de Educação e Cultura, Thaís Machado.

Ambientes

Na Sala do Olfato, o público encontrará um espaço mais intimista e terá conteúdo sobre memória olfativa e curiosidades sobre o órgão olfativo, o nariz. “O ambiente tem proposta intuitiva e pode ser percorrido sem monitoria. Um dos destaques fica por conta da exibição de um filme sensorial, numa sala com difusores de fragrâncias, transmitido em nove telas que contam a história desde o primeiro perfumista, a mãe natureza”, detalha Ricardo Leite, diretor de criação e planejamento da Genéricka.

Já na Sala do Perfume, uma grande galeria que explora informações desde o Egito Antigo até os dias atuais, os visitantes terão acesso ao Laboratório do Perfume, onde será possível conferir o processo de fabricação de forma lúdica. Também neste ambiente, um dos grandes atrativos é o filme do Dr. Perfume, exibido em duas telas, onde o personagem interage entre dois espaços, a mensagem principal será a valorização da profissão perfumista e a importância do perfume na sociedade”, acrescenta o criativo.

O Instituto Grupo Boticário foi assertivo em apostar num novo projeto de Brand Experience, uma estratégia certeira para aproximar a marca do consumidor. “O Mundo do Perfume além de um acervo riquíssimo, entrega história. Acreditamos que esse é um investimento bastante agregador, que completa os esforços de disseminação da cultura e presença em redes sociais. Transformamos conteúdo em experiência física”, aponta a diretora executiva, Maria Claudia.

Expertise

“Temos uma expertise de longa data na construção de cenários para feiras e congressos mas, o know-how na construção de museus a Genéricka adquiriu com a exigência estratégica demandada pelos projetos do Instituto Grupo Boticário. Ampliamos nosso portfólio na produção de conteúdos de experiência, analisamos e aprendemos muito com o comportamento do público nesses espaços. Também tivemos, recentemente, uma nova oportunidade de mostrar nosso trabalho, num projeto de brand experience, para o Grupo Marilan, com sede em Marília-SP”, afirma Maria.

“Quando lançamos o Conexão Estação Natureza,  vencedor do Prêmios ABERJE Sul, Colunistas, e Chico Mendes, o óculos virtual era a grande atração, junto com o cinema 360º. Eles continuam no projeto, mas as atualizações de tecnologia o mantêm ativo e atraente ao público até hoje. No Mundo do Perfume, projeto com validade de cinco anos, não contemplamos realidade virtual. Apostamos em automação e defendemos o que encanta. Apesar de transbordarmos para o digital – porque temos um site 360º criado com a expertise da E-tools – esse projeto é mais baseado em filmes porque acreditamos que o trunfo é a simplicidade”, acrescenta o diretor de criação e planejamento.

Histórico

Apesar de novo para o mercado, o projeto do O Mundo do Perfume foi assimilado pela Genéricka em 2015. “O cliente confiou na nossa expertise para apresentar a nova proposta alinhando conceitos de interatividade e tecnologia, mas acreditamos na experiência emocional. Entendo que a melhor ferramenta é aquela que fala com o coração”, pontua Maria.

Segundo a diretora, o job demandou a criação de uma equipe multidisciplinar e ultrapassou as paredes da agência. “Reunimos criativos, diretores, museólogos, historiadores, arquitetos, designers, cenógrafos, produtores de vídeo e som e especialistas em tecnologias”, lista.

“Num projeto como esse, o céu é o limite. Tivemos que fincar uma bandeira de largada e uma de chegada. Idealizamos e prototipamos o melhor possível dentro do budget do cliente, das nossas experiências pessoais, do ideal de público, do fazer algo inovador e do desejo de deixar um legado. Todo esse caminho complexo teve que ser criado, testado e confrontado”, completa.

Legado

Um projeto de Brand Experience, como o Mundo do Perfume, exige uma dose de sensibilidade, principalmente na parte criativa. “Um dos nossos grandes trunfos foi acertar o conteúdo dentro de linguagens acessíveis, com o poder de transmitir mais significado que conhecimento, de forma a permitir que o visitante saia com residual. O filme Olfato, por exemplo, que é sensorial, demandou uma redação bem diferente para explicar o que é memória olfativa. O jeito de fazer roteiro, produção e escolher imagens também precisou ser diferente”, explica Leite.

Ter um museu no portfólio não é ter um evento. “Não é qualquer agência de eventos que faz essa entrega. Trata-se de uma quebra de formatos possíveis. Um processo completamente imersivo e intuitivo que exigiu conhecimento da equipe e enorme capacidade de pesquisa. Fomos cinco anos atrás e também imaginamos o futuro”, conclui, Maria.

VERSO.THT COMUNICAÇÃO ARTE – Thabata Martin 

Enviado por Marialda Pereira 

 

A tecnologia está ditando uma nova maneira de se fazer negócios, desbancando indústrias antigas e mudando setores inteiros de mercado. É a transformação digital, que atinge todas as empresas, de todos os setores. Para mim, o que motivou essa revolução, impulsionada pela tecnologia, foi antes de tudo o desejo das pessoas de compartilharem informações de forma colaborativa e conectada.

A sociedade decidiu se conectar e esse comportamento mudou como as pessoas passaram a consumir serviços e produtos, com a possibilidade de fazer isso de qualquer lugar, em qualquer hora. Esse movimento foi o gatilho para o mercado corporativo, que, agora, precisa se adaptar e não pode mais focar só no seu core business, mas também na decisão sobre com qual tecnologia vai entregar o seu produto ou serviço.

E nós, como empresa de tecnologia, mudamos também. Estamos vivendo uma nova fase que, mais do que uma etapa, é uma jornada mapeada para ser percorrida em quatro anos. E uma das ações – e de suma importância – que já colocamos em prática foi trazer todos os TOTVERS (como chamamos quem trabalha na TOTVS) para o centro da inovação e os incentivamos a pensar fora da caixa, nos ajudando a combinar tecnologias com novos modelos de negócios capazes de transformar o mercado de atuação de nossos clientes.

Além disso, repensamos nossos processos e simplificamos nosso atendimento. Mais próximos, conseguimos enxergar as necessidades de cada segmento e redesenhar nossas ofertas. Também foi necessário tornar nosso portfólio mais acessível – além de permanecer com nossos tradicionais canais de distribuição, investimos em canais digitais ao disponibilizar softwares como serviço, uma característica muito forte nessa nova sociedade, onde as pessoas preferem consumidor serviços a produtos. É só tentar se lembrar, qual foi a última vez que você comprou um CD de música?

Porém, não é só a maneira de disponibilizar os produtos que estão em transformação. O que levar ao mercado é a nossa discussão diária. A tecnologia precisa fazer sentido para quem a consome. O tempo todo surgem novas tendências e apostas disruptivas, mas nos perguntamos o que faz ou não sentido ao negócio dos nossos clientes. Será que ofertar soluções embarcadas em drones, por exemplo, atenderia uma necessidade do mercado que ele atua?

Independente de siglas ou nomes da moda, queremos ofertar soluções que, por exemplo, são capazes de tornarem departamentos inteiros de uma empresa menos operacionais e mais estratégicos. Queremos tornar acessível assistentes virtuais, baseados em inteligência artificial, capazes de responder perguntas e dar insights de negócios tanto para o microempresário quanto para o presidente de uma multinacional, com a mesma rapidez e eficiência.

Se isso é possível? Sim, porque para entender as mudanças do mercado, estamos nos transformando juntos. Todo investimento que fazemos hoje em inovação é para garantir um futuro amanhã, não só nosso, como de todos que estão em nosso ecossistema. Estamos felizes em fazer parte desse movimento.

E sua empresa, está resistente a essas mudanças ou, assim como nós, já percebeu que essas transformações são positivas para nos impulsionar a sermos mais eficientes, transparentes, gerar mais oportunidades e fazer a diferença em nosso país?

*Laércio Cosentino, CEO da TOTVS

Fonte: Central Press
Publicação: Raquel Lima

 

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